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criatividade e inovação

Como a criatividade e inovação crescem na sociedade brasileira?

Vivemos uma época de rápido progresso tecnológico, na qual diversas soluções são criadas em um curto tempo. Isso faz com que criatividade e inovação sejam requisitos essenciais para qualquer empresa que deseja ter vantagem em relação à concorrência ou, simplesmente, se manter competitiva no mercado.

Atualmente, a liberdade proporcionada pela economia criativa permite que os profissionais desenvolvam novos produtos ou processos de maneira inventiva, a fim de criar soluções para as necessidades dos seus clientes e as suas próprias. Veremos agora um panorama da criatividade e inovação no nosso país. Confira!

Qual o cenário de criatividade e inovação no Brasil?

Segundo a Pintec (Pesquisa de Inovação do IBGE), entre 2011 e 2014, o percentual de companhias que dedicaram acima de 5% da sua receita líquida para pesquisa e desenvolvimento cresceu de 20% para 24%. Esse aumento é, em boa parte, resultado da mudança no comportamento de compra dos consumidores e no constante desenvolvimento de tecnologias de compartilhamento, o que resulta em serviços como Uber; Waze; Netflix e Spotify.

O conceito de ter um bem material está sendo, rapidamente, substituído pela troca de experiências, na qual as pessoas utilizam um produto ou serviço apenas pelo período que precisam. Com isso, novas empresas estão surgindo para renovar diversas questões que envolvem nosso dia a dia. Essas mentes criativas têm o apoio de profissionais experientes como Richard Chaves, diretor de inovação e novas tecnologias da Microsoft Brasil, que concebe projetos para estimular o desenvolvimento de ideias e a criação de startups.

Quais setores mais se destacam e por qual razão?

A indústria criativa no Brasil está se desenvolvendo rápido e emprega cada vez mais profissionais, a força motora por trás da inovação. Entre os segmentos que englobam a economia criativa, podemos citar consumo, cultura, mídias e tecnologia, todos com aumento no número de funcionários acima de 40%, entre 2004 e 2013. Com destaque para a área de publicidade, que teve uma elevação de 238% no mesmo período.

O motivo de alguns setores crescerem mais que outros, é, justamente, a velocidade com que acompanham o comportamento dos consumidores e suas exigências. Como o diretor de tecnologia para refrigeração e ar condicionado da Whirlpool Latin America, Carlos Tadeu da Silva, que antes de tudo, entende quais são as necessidades e problemas dos clientes e como a empresa pode resolvê-los. Só então, concebe projetos e trabalha para transformá-los em realidade.

Qual o perfil desejado nos profissionais desses setores?

Em todos os segmentos, é preciso gerar e identificar oportunidades, além de ter uma certa resiliência para alcançar seus objetivos e mente voltada para a inovação. A rede de contatos e as relações no mundo profissional pode aumentar ainda mais as chances de desenvolver ideias criativas e possibilidades de negócio.

Além disso, usar a criatividade para solucionar problemas e criar boas experiências para os usuários é a chave para conquistar reconhecimento e evoluir dentro de qualquer área da economia criativa, é por isso que conceitos como Design Thinking e User Experience são tão valorizados atualmente. Inclusive, algumas empresas promovem a inovação entre seus colaboradores, como a BASF, que por meio do seu gerente de tecnologia e inovação na América do Sul, Rony Sato, incentiva o pensamento original em diversos setores da empresa com workshops, palestras e treinamentos.

Realmente, a criatividade e inovação são habilidades que estão em alta e, provavelmente, estarão por um bom tempo. Em um mundo tão competitivo, aqueles que tiverem novas e boas ideias ganharão mais destaque e poderão usufruir dos retornos conseguidos por meio da economia criativa.

Assim como você, muitas pessoas também desejam saber sobre o crescimento da criatividade e inovação no Brasil. Por isso, compartilhe este artigo nas suas redes sociais!

direitos civis

Como o empreendedorismo atua na garantia de direitos civis?

Hoje, mais do que nunca, as empresas precisam ser ativas na proteção dos direitos civis. Afinal, os consumidores estão cada vez mais atentos a essa questão e desejam comprar de companhias que não visam só o lucro, mas que retornam os ganhos em ações que ajudam a melhorar o mundo. Por isso, todos devem fazer a sua parte para ajudar uma causa justa, por exemplo, as ONGs que trabalham com apadrinhamento de crianças.

Para isso, os negócios privados, ONGs e voluntários devem trabalhar em conjunto, em uma relação de troca igualitária, que ofereça e receba benefícios de todas as partes envolvidas. Assim, é possível proporcionar uma estratégia eficiente para melhorar a situação e buscar o equilíbrio nos direitos de todas as pessoas.

Confira agora como o empreendedorismo pode ajudar essas causas para melhorar a sociedade, além de expor seus valores e gerar uma boa impressão.

A escolha da parceria adequada

É preciso que as empresas busquem motivações que sejam relacionadas com sua área de atuação e seus ideais. Não é interessante apoiar projetos que não sejam diretamente vinculados ao negócio, pois, eles podem gerar pouco impacto, não serem sustentáveis ou criar más experiencias que impedem outras oportunidades de parcerias.

Então, é indicado que a empresa use da sua experiência e recursos na sua área de conhecimento para interferir de forma positiva na sociedade, auxiliando as ONGs não só com a parte financeira, mas também com suporte intelectual e outros meios possíveis. Ainda, é preciso ter comprometimento com a causa e estudar quais são os objetivos reais do projeto.

O alinhamento de expectativas e obrigações

Para ter suas necessidades atendidas, as ONGs precisam mostrar comprometimento total com a causa e ter qualidade nos serviços que desempenham. Já as empresas devem alinhar os projetos com suas estratégias institucionais, não oferecer risco para a operação e respeitar os horários dos colaboradores que irão participar.

Também, é preciso saber quais as necessidades específicas das instituições que serão parceiras, já que não adianta ceder recursos que não serão de interesse delas. Ainda, as ações devem prezar sempre pelo profissionalismo, garantindo que os envolvidos estejam preparados e seguros nas atividades realizadas.

A importância da comunicação para o sucesso

É imprescindível que as partes definam os objetivos do projeto, as responsabilidades das organizações, atividades desempenhadas por cada uma, formas de avaliação e outros assuntos em conjunto e de maneira igualitária. Desse modo, todos podem conhecer quais as intenções e limitações dos comprometidos na parceria.

Assim, é preciso que existam um canal direto e constante de comunicação, que facilite o entendimento e os ajustes que podem ocorrer durante os projetos. Isso além de facilitar o trabalho, vai fortalecer a parceria e preservar a imagem das organizações participantes.

As empresas e empreendedores tem um papel decisivo na luta pela igualdade de direitos civis. Como as ONGs precisam de apoio financeiro, logístico e intelectual para melhorar seu poder de ação, as empresas podem retornar seus lucros em benefícios para os que precisam e ainda praticar seus valores em busca de uma sociedade melhor por meio de parcerias.

Se você tem mais opiniões e dúvidas sobre a relação do empreendedorismo com os direitos civis, deixe seu comentário e participe da conversa!