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MBA ou Pós graduação? Qual a melhor opção?

Um MBA (Master in Business Administration) está entre os mais populares graus de pós-graduação em negócios no mundo. No entanto, não é o único. Há uma ampla gama de outros diplomas de pós-graduação que você pode desejar.

Por esta razão, este post vai tratar das diferenças entre uma e outra para que você consiga realizar a melhor escolha para seu futuro e carreira. Saiba distinguir qual deseja, seja um MBA no Rio de Janeiro ou fora, ou uma Pós-graduação Belo Horizonte, para aumentar o conhecimento. Acompanhe cada detalhe e identifique qual é a melhor opção de formação para você. MBA ou Pós-graduação?

Entenda as diferenças

Logo de início vamos entender os termos e seus significados. No Brasil é muito comum usar o termo pós-graduação para ser referir à uma especialização em determinada área. Porém, o que acontece é que, a pós-graduação é só um termo genérico para indicar um curso feito após sua graduação. Ou seja, MBA e Pós-graduação tecnicamente são a mesma coisa. O fato é que aqui no Brasil, nós deveríamos nos referir a Pós-graduação de especialização. Vejamos o que é!

Pós-graduação de especialização

Já os cursos de pós-graduação de especialização são programas direcionados a um determinado tema com uma carga horária alta e totalmente especializados. É uma especialização após a graduação em uma área específica escolhida pelo candidato.

MBA

O MBA é um curso “latu sensu” que possui o foco em gestão e negócios para empresa. Costuma-se dizer que “todo MBA é uma Pós-graduação, mas nem toda Pós-graduação é um MBA”. Ou seja, o MBA possui o mesmo peso acadêmico da especialização, porém tem direcionamentos diferentes.

Qual opção escolher? MBA ou Pós-graduação?

Agora que já entendemos as diferenças cruciais entre os dois títulos vejamos os atrativos que cada um possui para que escolha seja o mais consciente possível:

1. Habilidades obtidas

Uma das principais diferenças entre elas é o tipo de habilidades que você constrói. Um diploma de MBA é projetado para expandir suas habilidades no campo e torná-lo um profissional competitivo e gerente.

A maioria das especializações, seja qual área você escolher concentra-se na academia e na construção de uma sólida formação acadêmica sobre as áreas envolvidas na gestão. Em suma, um programa de MBA é focado em habilidades profissionais e gerenciamento de negócios enquanto os mestrados se concentram em habilidades acadêmicas e cunho e aprofundamento teórico.

2. Estilo de Ensino

Outra diferença importante entre esses graus é o estilo de ensino. A maioria dos programas combina vários estilos de ensino, mas, em geral, os estudos de Pós-graduação de especialização são construídos em torno de palestras em sala de aula, tutoriais e seminários.

Programas de MBA, por outro lado, lidam com problemas de negócios da vida real que os alunos devem entender, explorar, discutir e finalmente resolver. Esses problemas são frequentemente apresentados na forma de estudos de caso, com uma abordagem prática mais ampla sobre a análise dos problemas comerciais exatos da vida real. Normalmente, esses problemas são discutidos em pequenos grupos.

Muitas vezes os profissionais fazem uma Pós-graduação de especialização para obter experiência profissional, e mais tarde em sua carreira optam por realizar um MBA para a transição para uma função de gestão dentro da empresa já pretendida. Para que isso se torne uma realidade para você, conheça a Pós-graduação Belo Horizonte e veja o que ela tem de melhor a oferecer.

Se você gostou do assunto e possui algum amigo que também está na dúvida em qual opção vai ingressar, compartilhe este post ele e deixe aqui seu comentário, nos dizendo qual foi a sua escolha!

criatividade e inovação

Como a criatividade e inovação crescem na sociedade brasileira?

Vivemos uma época de rápido progresso tecnológico, na qual diversas soluções são criadas em um curto tempo. Isso faz com que criatividade e inovação sejam requisitos essenciais para qualquer empresa que deseja ter vantagem em relação à concorrência ou, simplesmente, se manter competitiva no mercado.

Atualmente, a liberdade proporcionada pela economia criativa permite que os profissionais desenvolvam novos produtos ou processos de maneira inventiva, a fim de criar soluções para as necessidades dos seus clientes e as suas próprias. Veremos agora um panorama da criatividade e inovação no nosso país. Confira!

Qual o cenário de criatividade e inovação no Brasil?

Segundo a Pintec (Pesquisa de Inovação do IBGE), entre 2011 e 2014, o percentual de companhias que dedicaram acima de 5% da sua receita líquida para pesquisa e desenvolvimento cresceu de 20% para 24%. Esse aumento é, em boa parte, resultado da mudança no comportamento de compra dos consumidores e no constante desenvolvimento de tecnologias de compartilhamento, o que resulta em serviços como Uber; Waze; Netflix e Spotify.

O conceito de ter um bem material está sendo, rapidamente, substituído pela troca de experiências, na qual as pessoas utilizam um produto ou serviço apenas pelo período que precisam. Com isso, novas empresas estão surgindo para renovar diversas questões que envolvem nosso dia a dia. Essas mentes criativas têm o apoio de profissionais experientes como Richard Chaves, diretor de inovação e novas tecnologias da Microsoft Brasil, que concebe projetos para estimular o desenvolvimento de ideias e a criação de startups.

Quais setores mais se destacam e por qual razão?

A indústria criativa no Brasil está se desenvolvendo rápido e emprega cada vez mais profissionais, a força motora por trás da inovação. Entre os segmentos que englobam a economia criativa, podemos citar consumo, cultura, mídias e tecnologia, todos com aumento no número de funcionários acima de 40%, entre 2004 e 2013. Com destaque para a área de publicidade, que teve uma elevação de 238% no mesmo período.

O motivo de alguns setores crescerem mais que outros, é, justamente, a velocidade com que acompanham o comportamento dos consumidores e suas exigências. Como o diretor de tecnologia para refrigeração e ar condicionado da Whirlpool Latin America, Carlos Tadeu da Silva, que antes de tudo, entende quais são as necessidades e problemas dos clientes e como a empresa pode resolvê-los. Só então, concebe projetos e trabalha para transformá-los em realidade.

Qual o perfil desejado nos profissionais desses setores?

Em todos os segmentos, é preciso gerar e identificar oportunidades, além de ter uma certa resiliência para alcançar seus objetivos e mente voltada para a inovação. A rede de contatos e as relações no mundo profissional pode aumentar ainda mais as chances de desenvolver ideias criativas e possibilidades de negócio.

Além disso, usar a criatividade para solucionar problemas e criar boas experiências para os usuários é a chave para conquistar reconhecimento e evoluir dentro de qualquer área da economia criativa, é por isso que conceitos como Design Thinking e User Experience são tão valorizados atualmente. Inclusive, algumas empresas promovem a inovação entre seus colaboradores, como a BASF, que por meio do seu gerente de tecnologia e inovação na América do Sul, Rony Sato, incentiva o pensamento original em diversos setores da empresa com workshops, palestras e treinamentos.

Realmente, a criatividade e inovação são habilidades que estão em alta e, provavelmente, estarão por um bom tempo. Em um mundo tão competitivo, aqueles que tiverem novas e boas ideias ganharão mais destaque e poderão usufruir dos retornos conseguidos por meio da economia criativa.

Assim como você, muitas pessoas também desejam saber sobre o crescimento da criatividade e inovação no Brasil. Por isso, compartilhe este artigo nas suas redes sociais!

direitos civis

Como o empreendedorismo atua na garantia de direitos civis?

Hoje, mais do que nunca, as empresas precisam ser ativas na proteção dos direitos civis. Afinal, os consumidores estão cada vez mais atentos a essa questão e desejam comprar de companhias que não visam só o lucro, mas que retornam os ganhos em ações que ajudam a melhorar o mundo. Por isso, todos devem fazer a sua parte para ajudar uma causa justa, por exemplo, as ONGs que trabalham com apadrinhamento de crianças.

Para isso, os negócios privados, ONGs e voluntários devem trabalhar em conjunto, em uma relação de troca igualitária, que ofereça e receba benefícios de todas as partes envolvidas. Assim, é possível proporcionar uma estratégia eficiente para melhorar a situação e buscar o equilíbrio nos direitos de todas as pessoas.

Confira agora como o empreendedorismo pode ajudar essas causas para melhorar a sociedade, além de expor seus valores e gerar uma boa impressão.

A escolha da parceria adequada

É preciso que as empresas busquem motivações que sejam relacionadas com sua área de atuação e seus ideais. Não é interessante apoiar projetos que não sejam diretamente vinculados ao negócio, pois, eles podem gerar pouco impacto, não serem sustentáveis ou criar más experiencias que impedem outras oportunidades de parcerias.

Então, é indicado que a empresa use da sua experiência e recursos na sua área de conhecimento para interferir de forma positiva na sociedade, auxiliando as ONGs não só com a parte financeira, mas também com suporte intelectual e outros meios possíveis. Ainda, é preciso ter comprometimento com a causa e estudar quais são os objetivos reais do projeto.

O alinhamento de expectativas e obrigações

Para ter suas necessidades atendidas, as ONGs precisam mostrar comprometimento total com a causa e ter qualidade nos serviços que desempenham. Já as empresas devem alinhar os projetos com suas estratégias institucionais, não oferecer risco para a operação e respeitar os horários dos colaboradores que irão participar.

Também, é preciso saber quais as necessidades específicas das instituições que serão parceiras, já que não adianta ceder recursos que não serão de interesse delas. Ainda, as ações devem prezar sempre pelo profissionalismo, garantindo que os envolvidos estejam preparados e seguros nas atividades realizadas.

A importância da comunicação para o sucesso

É imprescindível que as partes definam os objetivos do projeto, as responsabilidades das organizações, atividades desempenhadas por cada uma, formas de avaliação e outros assuntos em conjunto e de maneira igualitária. Desse modo, todos podem conhecer quais as intenções e limitações dos comprometidos na parceria.

Assim, é preciso que existam um canal direto e constante de comunicação, que facilite o entendimento e os ajustes que podem ocorrer durante os projetos. Isso além de facilitar o trabalho, vai fortalecer a parceria e preservar a imagem das organizações participantes.

As empresas e empreendedores tem um papel decisivo na luta pela igualdade de direitos civis. Como as ONGs precisam de apoio financeiro, logístico e intelectual para melhorar seu poder de ação, as empresas podem retornar seus lucros em benefícios para os que precisam e ainda praticar seus valores em busca de uma sociedade melhor por meio de parcerias.

Se você tem mais opiniões e dúvidas sobre a relação do empreendedorismo com os direitos civis, deixe seu comentário e participe da conversa!

5 problemas da sociedade moderna que impactam nos negócios

A vida na sociedade moderna nos impõe um ritmo acelerado, em que, muitas vezes, esquecemos certos detalhes que fazem toda a diferença na hora de fechar negócios. Erros no comportamento, na fala ou não conhecer bem o produto, podem ser resultado do acúmulo de tarefas, a pressa para fazer o trabalho ou a pressão para mostrar resultados, por exemplo.

Por isso, é preciso ter alguns cuidados, como estar bem preparado, conhecer o seu negócio a fundo, além de ter calma e paciência com os clientes. Afinal, todos temos nossas preocupações, mas não podemos deixar que elas interfiram no bom andamento das negociações.

No post de hoje, veremos alguns problemas da sociedade moderna que têm impacto no mundo corporativo. Boa leitura!

1. Falta de conexão

Essa ligação é muito importante para que o cliente se sinta confortável e confiante para comprar com a sua empresa. É preciso que as duas partes entrem em sintonia sobre o que está sendo tratado. Então, não mostrar empatia com a outra pessoa pode ser um obstáculo para os negócios. Logo, é muito importante treinar técnicas de rapport, que visa criar conexões com as pessoas e melhorar a relação nas negociações. Ela trabalha temas, como a atenção, a positividade e a coordenação mútua.

2. Insegurança

Esse sentimento pode ser gerado pelo despreparo sobre o assunto abordado. Isso é bastante prejudicial, pois, ela é transmitida para os outros, que terão receio em relação a sua oferta. Claro, se você não acredita no que está falando, não será o cliente que acreditará. Para resolver isso, basta se preparar, estudar o negócio, o produto ou serviço e o cliente, para ter segurança na sua postura e poder mostrar os benefícios do que está sendo vendido com confiança.

3. Ansiedade

Muitos vendedores ficam tão pressionados, por eles mesmos e por seus gestores, que se desesperam para fechar negócio de qualquer jeito e rápido, isso é uma receita para a desconfiança. O cliente achará que a empresa só está interessada em ganhar dinheiro e não em criar um relacionamento comercial agradável. Logo, não seja afoito, demonstre que não está apenas interessado no dinheiro, entenda as necessidades dos clientes e mostre que tem as soluções que ele precisa.

4. Impaciência

Existem pessoas que gostam de comprar apressadamente, mas há muitos outros que pesquisam bastante e precisam ser convencidos de que estão fazendo um bom negócio. Não entender o tempo do consumidor pode atrapalhar a produtividade de algumas empresas. Então, é preciso saber esperar o momento certo para propor uma venda. Deixe o cliente à vontade, mostre os benefícios da sua solução e instigue-o, aos poucos, a tirar mais dúvidas e se certificar do que deseja.

5. Despreparo

É preciso dedicar um tempo para estudar, se atualizar ou treinar você e a equipe, isso é essencial para ter entendimento do mercado e das novas exigências do público. Hoje, eles estão cada vez mais bem informados e têm dados sobre diversos assuntos com pouco esforço. Assim, invista em conhecimento e treinamento, tanto técnico, como sobre o público, o mercado, a empresa e o produto vendido. Dessa forma, você poderá realizar negociações com mais confiança e competência.

Como vimos, muitos problemas da sociedade moderna afetam diretamente os negócios. Eles são bastante comuns, mas ainda sim perigosos. É essencial saber contorná-los para não deixar que eles influenciem nos resultados da empresa. Assim, as suas negociações poderão ser mais pragmáticas e com foco total no cliente.

Se você tem mais dúvidas ou opiniões sobre como a sociedade moderna impacta nos negócios, deixe seu comentário e participe dessa conversa!